-paolice.
O que se vive, se escreve
#02
Primeiro, a experiência.
Depois, o silêncio, a clareza.
Então, a palavra.
A Sabedoria do Feminino da Paolice um dia já foi não nomeada
Depois foi chamada de feminilidade.
Mas a feminilidade passou a ser um conceito raso para a Paolice.
E Paolice não é nada rasa.
É profunda. Muito profunda.
Então, Paolice passou a ser Sabedoria do Feminino.
Que é algo que não se aprende lendo, vendo, assistindo.
Se aprende experienciando.
Daquilo que a energia feminina sente, vive na carne.
Nesse corpo que sustenta e conduz.
É o famoso corpo como templo.
Meu marido diz que se o corpo é templo.
Então, meu corpo é uma capelinha.
(Sou baixinha – risos de nervosa).
O corpo como templo é esse que fica exausto, que sente, que sua, que fede.
É a morada da consciência.
Ele sente o sagrado.
Ele vive o sagrado.
A Paolice tem como objetivo, então, explorar o corpo enraizado na Terra, com Consciência.

Paolice não vem de regras prontas
De coisas como: “você vai fazer isso, isso, isso para se sentir mais feminina.”
Não. Não. Não.
Paolice mostra a minha experiência em ser feminina.
Detalhe: a minha experiência falha. Erra. É grotesca às vezes.
Não estou aqui para ensinar, nem plantar regras.
Estou aqui para inspirar ou (des)inspirar.
Ser exemplo ou (des)exemplo com a minha experiência.
Quem faz o filtro é você
Quando comecei por essa busca, a de ser mais feminina.
A primeira inspiração que tive foi de usar mais vestidos.
Então, comecei a usar mais vestidos.
Intui também que…
Minha feminilidade até gosta de batom.
Mas ela gosta do nude, do brilho discreto, do rosa, e foge do vermelho.
Até gosta de salto alto.
Mas ela prefere os pés descalços.
Até gosta da maquiagem.
Mas ela prefere, no dia a dia, a skin care básica, cara lavada.
Até gosta de sutiã.
Mas prefere os seios soltos sempre que possível.
Para mim, isso é feminilidade.

Experiência da Sabedoria do Feminino
Aqui a Sabedoria do Feminino é sobre…
Ser individual.
Ser única.
Ser especial.
Ser autêntica.
Com particularidade, qualidade e preferência.
A Sabedoria do Feminino é além do corpo como templo
Ou a feminilidade como escolha pessoal.
É a intuição raiz.
Bruta.
É…
O que as minhas entranhas estão querendo me dizer?
O que esse calafrio significa para mim?
E esse arrepio?
O aperto no peito, isso é bom? Ou ruim?
É escutar os sinais do corpo. Do templo.
(Ou da capelinha.)
A Sabedoria do Feminino da Paolice é…
Como estou me sentindo?
Como me sinto em relação a isso ou aquilo?
A Sabedoria do Feminino da Paolice é disciplina suave
Só para organizar a vida e deixar o resto fluir.
Spoiler: isso tem sido um baita desafio para mim, logo, logo você vai descobrir se me acompanhar.
A Sabedoria do Feminino da Paolice também é a consciência
É a consciência vivida na carne.
É ser espiritual vivendo num corpo.
Vivendo na Terra.
Em resumo…
A Sabedoria do Feminino da Paolice é viver no corpo com plenitude.
Ser consciente.
É florescer e deixar a flor morrer.
É se lembrar do que é feminino, se reconhecer, não ensinar.
É autoconhecimento.
É você expressar você.
É a simples maturidade aparecendo.
Silencie.
Se essa experiência encontrou a sua, me escreva.
- sabedoria do feminino.
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