-paolice.

O que se vive, se escreve

#04

Primeiro, a experiência.

Depois, o silêncio, a clareza

Então, a palavra.

Consciência faz parte da minha experiência desde 2020

Nesse ano a minha vida estava cor cinza de temporal, com ventos fortes, raios e trovões. 

Automática, como se diz.

Da vida sem propósito.

Sem experiências a nível Paolice.

Sem silêncio, sem a clareza.

Sem a palavra consagrada.

Aquela coisa sem sal, sem açúcar, sem tempero.

Sem sabor… tipo isso.

Acordava. Fazia o que precisava fazer. Dormia.

Então…

Chacoalhou.

Chocou.

O despertar bateu, atendi…

Então, vieram as catarses, os desesperos, os caos.

Mas, depois disso, estou até ficando com alguma parte colorida aqui e outra brilhante ali.

Com um sabor de batida de maracujá com chocolate branco sem álcool.

Sabor que não é azedo. Nem doce. Mas é saboroso. Esse sabor!

❝

Meu sabor, segundo diz meu marido.

Esse processo acabou?

Que nada!

Quando acho que acabou, só acho…

Daí vejo que ainda estou rolando.

Girando. Girando. Girando.

Ainda estou experimentando, é só o começo.

Me acompanhe por aqui, você vai ver, você vai me entender.

Consciência para a Paolice é experiência pura 

É viver em consciência num corpo que sente. 

É aquilo que habita, mas não tem nome. 

Simplesmente é e existe aqui, ali e lá. 

Consciência é a prática.

Não há prática perfeita. 

Mas tem prática. 

A busca. 

Que nem sempre se encontra.

Mas a busca.

É silêncio vivo e sentido.

Consciência para a Paolice não tem muitas palavras para descrevê-la. 

Aqui não se nomeia a consciência. Se vive. Se experiencia.

A consciência da Paolice veio como um tema natural

Fluído pela minha experiência. 

Que só veio de quietinho como um tapão de esquerda.

Talvez, por enquanto, ajude a definição da consciência para a Paolice em uma única palavra:

Presença.

Silencie.

Se essa experiência encontrou a sua, me escreva.

- consciência.

♡♡♡

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